quarta-feira, 30 de abril de 2014

"Provavelmente a sua atenção estará voltada para as tarefas domésticas, bem como para a reorganização de alguns aspectos práticos da sua vida."


Tenho para mim que o Paulo Cardoso anda atento a minha vida...

Saindo do trabalho é ir descarregar a bagageira do meu carro, que (tenho para mim) se for mandada parar pela policia, vão achar que assaltei uma loja de utilidades para a casa, tal é a confusão de copos e tachos e frigideiras e taças e tacinhas que por lá mora!

Agora começo a perceber a parte boa da coisa...

Quando pensei em ir viver com o M. nunca pensei que ao falar disto a minha família, gerasse uma onda de solidariedade tão grande perante as faltas no meu enxoval. Vai daí percebi que não preciso de me preocupar grande coisa em comprar os apetrechos para a casa e que o dinheiro que tenho junto é capaz de chegar e sobrar para as mobílias todas que me calharam em sorte. É que comunicar ás pessoas chegadas que vou viver com o M. sem casar é quase como se fosse Natal e ainda nem sequer estamos em Dezembro. Ontem quando cheguei a casa da minha avó para ir buscar umas coisas que ainda não tinha levado para a minha casa, lá veio ela com mais não sei quantos tachos "porque te podem fazer falta" parece eu que vou fazer comida para um regimento de infantaria e um envelope com dinheiro, tal qual como se dá nos casamentos, "que a tia G. deu, porque não sabia o que te devia dar". Pois que agradeci a minha avó, e hei-de ir agradecer a minha tia, cheguei a casa e arrumei o dinheiro na latinha dos sonhos, que é como quem diz, "por enquanto não me fazes falta, mas se calhar juntando daqui e dali, ainda dá para comprar os Louboutin antes de 2025".


domingo, 27 de abril de 2014

Ao longo dos anos de relação com o M. sempre foi ponto assente entre nós que o casamento era o próximo passo. Quando eu acabasse o curso, depois quando ele entrasse para a Força Aérea, depois quando a irmã casasse, depois quando acabasse o tempo dele em Beja, depois quando eu arranjasse emprego, depois... depois... sempre depois de alguma coisa. Para ele nunca foi uma coisa que fizesse muita diferença, mas para mim faz(ia) toda a diferença, de modos que sempre bati o pé quando ele falava em apenas juntarmos as nossas coisas, assim sem mais despesas. Para mim impensável, porque não me sentia parte dele e da família, porque no papel tudo esclarecido é bem melhor. E ele acusava-me de apenas querer uma festa, de apenas pensar num vestido e numa desculpa para comprar uns Louboutin. E eu voltava a fazer finca pé que não era nada disso, que sentia necessidade de ir lá, perante Deus prestar contas e dizer sim senhor, é com ele que quero passar o resto dos meus dias, que só depois disso e do papel assinado é que me sentia parte dele. Marcámos, mentalmente, data... Setembro era o mês escolhido.
O tempo foi passando e por razões várias cheguei a conclusão que era impossível, monetariamente, fazer o que queria. Não que quisesse um casamento de luxo, nem pensar gastar 20.000 euros num dia, mas mesmo para uma coisinha pequenina, ao nosso jeito, mas com algum glamour não dava, não por ele, mas por mim.
Começámos então a falar que seria melhor irmos arranjando as coisas com calma, a casa, os electrodomésticos, os moveis, etc. Mas de repente as coisas ganharam outras proporções. De um momento para o outro já andávamos em pinturas e ontem já arrumei a loiça toda no armário. Os senhores já lá foram por a máquina de lavar roupa e a placa do fogão, que já estão a trabalhar. Os domingos são passados em lojas de moveis e a perceber que o mais fácil já está feito. Agora vem a parte pior, a parte de decorar, de conjugar gostos. É muito difícil gostar do que ele gosta, e ele gostar do que eu gosto e quando gostamos os dois... é caro!
A casa, uma casa térrea, que era dos pais dele, que vivem agora numa vivenda.
Hoje demos mais uma passo... partilhámos chaves!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

terça-feira, 22 de abril de 2014

O fim-de-semana....

Fim-de-semana grande e eu a pensar que ia descansar. É o descansas...

Quinta feira a noite. Surpresa ao mano, vamos ver o 5 para a meia noite aos estúdios. Grande fã que ele é do Pedro Fernandes ( que é giro que se farta e muito simpático) e sendo ele também sportinguista só podia ser este o dia escolhido.


Sexta feira, fazer serviço para a paróquia e descansar o que havia para descansar. 

Sábado, inicio das limpezas na minha futura casa. Pinturas, contratempos, arrumações, dores no corpo várias. Mas trouxe as primeiras ( e tenho para mim, as ultimas) rosas do meu jardim. Ah e a noite ainda tive um jantar e um baptizado. 


Domingo, foi dia de almoço em casa e ida ao Ikea. Não gosto de visitar grandes superfícies nestes dias, mas tendo em conta a minha falta de tempo foi o único dia que se arranjou. Compramos os candeeiros da cozinha e da sala e viemos embora com a certeza de que não vai ser fácil mobilar a casa ao gosto dos dois. 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Ninguém imagina a vontade que tenho de dar uma volta de 180º na minha vida. Eu não imagino por onde começar!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

É isto que eu aturo senhores!!

Fala-se de futebol. Eu sportinguista até ao ultimo cabelo digo que até gosto de um bom jogo de futebol, que não percebo grande coisa, mas que até sei fazer umas piadas. A minha colega (que-é-como-quem-diz-a-minha-boss) diz que não liga muito e que não percebe qual é o interesse de ver 44 pessoas (sim 44) a correr atrás de uma bola.

What??

A sério, Deus achou-me mesmo com competência para isto...

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Cenas de um estagio profissional #4

O meu patrão acabou de cuspir para dentro do meu balde dos papeis. 



E pensar que já tenho ido buscar algum papel que deito fora por engano... Nunca mais... mas é que nunca mais...