quarta-feira, 30 de julho de 2014
Da minha relação com as crianças
Eu, pessoa assumidamente com menos jeito para crianças que conheço, principalmente para as de idades inferior a dez anos, tenho-me visto a braços com algumas em que a linguagem ainda é muito pouco perceptivel. Até agora tem corrido bem, mas sei que a minha paciencia não é de todo moldada para aturar pequenos ditadores. A ver vamos como vai correr daqui para a frente.
terça-feira, 29 de julho de 2014
Está um calor de ananases...
E aqui a menina a trabalhar. Sei bem onde estava bem agora, sei... na praia do Malhão. Lá é que eu estava bem e se possivel a noite dar um saltinho a pizzaria de Porto Covo. Mas não... diz que tenho obrigações, uma casa para acabar de arrumar e daqui a menos de nada contas para pagar. De modos que é isto... uma tristeza ser pobre!
Digam-me, embora não seja assunto que me tire noites de sono, o blogger anda maluco não anda? É que só isso explica o triplo das visitas diarias aqui no blog. Ainda por cima sem ter feito qualquer post nas ultimas semanas. Há por aí algum misterio que me tenha escapado ou o que eu escrevo realmente interessa a alguém, além dos fieis de sempre a esta casa?
Digam-me, embora não seja assunto que me tire noites de sono, o blogger anda maluco não anda? É que só isso explica o triplo das visitas diarias aqui no blog. Ainda por cima sem ter feito qualquer post nas ultimas semanas. Há por aí algum misterio que me tenha escapado ou o que eu escrevo realmente interessa a alguém, além dos fieis de sempre a esta casa?
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Ainda cá estou...
Não tenho tido grande tempo para o blogue. Entre trabalho, casa, arrumação da casa nova, compras etc, etc,etc... o tempo que me resta não é muito.
A nossa pequena biblioteca vai-se compondo aos poucos. Ate agora foi a divisão da casa que fomos deixando para ultimo. Faltam alguns pormenores mas nad que nao se resolva.
A nossa pequena biblioteca vai-se compondo aos poucos. Ate agora foi a divisão da casa que fomos deixando para ultimo. Faltam alguns pormenores mas nad que nao se resolva.
O movel mais giro la de casa. A nossa garrafeira onde guardamos as bebidas e aperitivos para os amigos e visitas. Esta repleta só com ofertas. Acho que temos champagne para festejar até 2040.
De resto pois que fui aos saldos. E so comprei coisas para a casa (curiosamente artigos sem saldo) sendo que o utensilio que mais e custou a dembolsar o dinheiro foi a tabua de passar a ferro. Acho o maior dos desperdicios e devia ser uma coisa gratis. Isso e a vontade e o gosto de passar roupa a ferro. Adiante...
Dos saldos trouxe apenas uns calçoes de desporto porque tenho para mim que quando mudar de asa vai crescer em mim toda uma atleta, ainda que seja coagida a isso. Experimentem ter um homem formado em desporto e que como se nao bastasse seguiu carreira militar...
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Aos poucos sinto-me a afundar. Não em água do mar, que era bom sinal, sempre significava que tinha tempo de ir para a praia, mas a afundar-me psicologicamente e consequentemente a financeiramente. O ter de tomar iniciativas que são competência dos outros, o puxar para mim responsabilidades que não são minhas porque há sempre quem sacuda a agua do capote está a deitar-me lentamente a baixo a cada dia que passa. O confrontar cada pessoa com um assunto e responderem-me que não sabiam de nada, como se não fosse o dever deles, está a consumir-me. E um dia bato com a porta e não olho para trás. Basta eu querer, basta eu pôr na ideia, basta eu aprender a dizer não e basta eu deixar de ter filtros!
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Que fizeste tu esta noite D* ?
Enrolei rifas... com o arraial dos escuteiros aí a porta estive entretida até agora.
E fiz compota de melancia... porque me apeteceu. E embora tenha queimado os dedos a guardar nos frasquinhos tenho a certeza que não me vou arrepender!
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Parabéns ao estaminé...
... que fez um ano no dia 5 e eu para ser sincera nem me lembrei. Sinto-me como se fosse uma mãe que se esquece do aniversário dos seus filhos e toda a gente sabe que não há mãe que se esqueça de tal coisa.
Vou chicotear-me...
Voltarei assim que me passar esta dor
Vou chicotear-me...
Voltarei assim que me passar esta dor
Do primeiro dia de praia, que foi no fim-de-semana
Primeiro o escaldão... agora a comichão.
Pus protector, mas vai-se a ver e a praia da Figueira da Foz é do demo e provocou-me isto. E estava nublado. E ainda "pingalhou"
Pus protector, mas vai-se a ver e a praia da Figueira da Foz é do demo e provocou-me isto. E estava nublado. E ainda "pingalhou"
segunda-feira, 7 de julho de 2014
As vezes gostava de ser uma pessoa sem filtro, daquelas que diz tudo o que pensa seja para o bem ou para o mal, mas, infelizmente, tenho bastantes filtros na minha mente e só consigo ser espontânea para o bem. Quando gosto a serio toda a gente percebe, tamanha é a minha cara de felicidade, quando não gosto consigo fazer a minha cara mais descontraída possível e dizer que adorei, mesmo que não tenha gostado nem um bocadinho do que me foi dito ou dado ou feito.
Ora dizia eu, que gostava de ser uma pessoa de coração na boca, como se costuma dizer. Por vezes até sou! Quando estou irritada com alguma coisa, sou capaz de dizer as piores coisas, sou capaz de dizer verdades que tiram o tapete a qualquer um, sou capaz de ser irónica como ninguém e sou capaz de ser fria o suficiente para dizer tudo sem que a voz me trema. Mas, infelizmente irrito-me poucas vezes ( e com poucas pessoas) e geralmente não o suficiente para ser capaz de despoletar o pior que há em mim. Infelizmente. É por isto que maior parte das vezes fazem o que querem de mim. Sou um coração mole e não raras vezes acabo por me arrepender do que já saiu boca fora. Basta virem com falinhas mansas para mim e num ápice já está tudo sanado e esquecido, o que acaba por, invariavelmente, levar a que mais dia menos dia acabem por abusar outra vez, seja novamente obrigada a irritar-me e a dizer coisas das quais não vão gostar e ficar aborrecidos comigo por tempo indeterminado ou a precisar que eu resolva alguma coisa. E eu estou a começar a fartar-me de ser assim. Pau para toda a obra e cobrarem-me mais e mais e quando digo que não é logo o fim do mundo e acabo por dar a volta a questão, privar-me de fazer e dizer certas coisas para que não haja mais conflitos.
Desta feita, mesmo que o ano já vá a meio, não me interessa. Tomei a decisão de que tenho de aprender a dizer não, daqueles grandes e redondos, que ninguém gosta de ouvir e que não me fiquem a remoer por dentro. Isso e deitar fora os filtros que tenho. As vezes gostava de não ter tanto bom senso e educação. Seria tão mais feliz e andaria tão mais leve...
Ora dizia eu, que gostava de ser uma pessoa de coração na boca, como se costuma dizer. Por vezes até sou! Quando estou irritada com alguma coisa, sou capaz de dizer as piores coisas, sou capaz de dizer verdades que tiram o tapete a qualquer um, sou capaz de ser irónica como ninguém e sou capaz de ser fria o suficiente para dizer tudo sem que a voz me trema. Mas, infelizmente irrito-me poucas vezes ( e com poucas pessoas) e geralmente não o suficiente para ser capaz de despoletar o pior que há em mim. Infelizmente. É por isto que maior parte das vezes fazem o que querem de mim. Sou um coração mole e não raras vezes acabo por me arrepender do que já saiu boca fora. Basta virem com falinhas mansas para mim e num ápice já está tudo sanado e esquecido, o que acaba por, invariavelmente, levar a que mais dia menos dia acabem por abusar outra vez, seja novamente obrigada a irritar-me e a dizer coisas das quais não vão gostar e ficar aborrecidos comigo por tempo indeterminado ou a precisar que eu resolva alguma coisa. E eu estou a começar a fartar-me de ser assim. Pau para toda a obra e cobrarem-me mais e mais e quando digo que não é logo o fim do mundo e acabo por dar a volta a questão, privar-me de fazer e dizer certas coisas para que não haja mais conflitos.
Desta feita, mesmo que o ano já vá a meio, não me interessa. Tomei a decisão de que tenho de aprender a dizer não, daqueles grandes e redondos, que ninguém gosta de ouvir e que não me fiquem a remoer por dentro. Isso e deitar fora os filtros que tenho. As vezes gostava de não ter tanto bom senso e educação. Seria tão mais feliz e andaria tão mais leve...
quarta-feira, 2 de julho de 2014
"Os Escuteiros não são piores que a droga"
Foi este o titulo escolhido pelo Nelson Nunes para uma cronica, que entretanto se tornou viral, sobre o que é ser escuteiro e eu não teria escolhido melhor. Podem eventualmente ser "equiparados" a droga no sentido de que quem vive realmente este espírito não mais o consegue largar.
Sou escuteira! Iniciei este percurso, este modo de vida, aquando o inicio do meu agrupamento. Já lá vão 18 anos, quase 19. E cada dia que passa é um amor maior, é um desafio maior. Tal como ele refere, ser escuteira não faz de mim a melhor pessoa do mundo, nem sequer quando visto a farda de super chefe. Mas fez de mim a pessoa que sou hoje, desenrascada, altruísta, que pensa no bem comum, capaz de arregaçar as mangas para o que quer que seja, capaz de ver o bem mesmo que tudo a volta e apresente negro. Faz com que não me importe de abdicar dos meus fins-de-semana para ir acampar com os meus 40 miúdos, que não me importe que me telefonem a horas improprias a tirar duvidas ou simplesmente a desabafar que a Maria ou a Constança não andam bem na escola, que ligam mais ao namorado, que não se portam bem em casa... e de repente lá estou eu, a falar com elas e chama-las a razão, a fazer o papel de mãe e de amiga e de alguém que tem de ser um exemplo onde eles se revejam. Somos chefes, somos escuteiros, somos psicólogos.
O M. não gosta deste meu lado, não gosta quando estou o fim-de-semana fora, não gosta quando tenho reuniões toda a semana, cursos "chatos" mas necessários. Não compreende como é que alguém deixa o conforto do lar para passar dois dias, ou mais, a tomar conta dos filhos dos outros, filhos que são dos outros mas que são quase meus também. Só assim se explica o não conseguir desligar deles mesmo quando estamos de férias.
Ser escuteiro é isto mesmo, é trabalhar para um bem comum, é deixar o sofá para sentar no chão, deixar a cama para deitar no chão. É não ter medo de seguir em frente seja qual for o caminho. É aprender a viver com o pouco que podemos ter. É não conseguir expressar devidamente o que se sente, porque não se consegue mesmo descrever. Para perceber é preciso viver o escutismo e por isso nem todos o percebem.
Sou escuteira! Iniciei este percurso, este modo de vida, aquando o inicio do meu agrupamento. Já lá vão 18 anos, quase 19. E cada dia que passa é um amor maior, é um desafio maior. Tal como ele refere, ser escuteira não faz de mim a melhor pessoa do mundo, nem sequer quando visto a farda de super chefe. Mas fez de mim a pessoa que sou hoje, desenrascada, altruísta, que pensa no bem comum, capaz de arregaçar as mangas para o que quer que seja, capaz de ver o bem mesmo que tudo a volta e apresente negro. Faz com que não me importe de abdicar dos meus fins-de-semana para ir acampar com os meus 40 miúdos, que não me importe que me telefonem a horas improprias a tirar duvidas ou simplesmente a desabafar que a Maria ou a Constança não andam bem na escola, que ligam mais ao namorado, que não se portam bem em casa... e de repente lá estou eu, a falar com elas e chama-las a razão, a fazer o papel de mãe e de amiga e de alguém que tem de ser um exemplo onde eles se revejam. Somos chefes, somos escuteiros, somos psicólogos.
O M. não gosta deste meu lado, não gosta quando estou o fim-de-semana fora, não gosta quando tenho reuniões toda a semana, cursos "chatos" mas necessários. Não compreende como é que alguém deixa o conforto do lar para passar dois dias, ou mais, a tomar conta dos filhos dos outros, filhos que são dos outros mas que são quase meus também. Só assim se explica o não conseguir desligar deles mesmo quando estamos de férias.
Ser escuteiro é isto mesmo, é trabalhar para um bem comum, é deixar o sofá para sentar no chão, deixar a cama para deitar no chão. É não ter medo de seguir em frente seja qual for o caminho. É aprender a viver com o pouco que podemos ter. É não conseguir expressar devidamente o que se sente, porque não se consegue mesmo descrever. Para perceber é preciso viver o escutismo e por isso nem todos o percebem.
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